Frank Ned Santa Cruz - Advogado e Correspondente Jurídico DF, Advogado

Frank Ned Santa Cruz - Advogado e Correspondente Jurídico DF

(25)Brasília (DF)

Sobre mim

Mestrando na Faculdade de Direito do Centro Universitário de Brasília – UniCEUB

Vasta experiência em estratégia, planejamento, gestão de serviços e recursos humanos além de implantação de processos.


Especialista em segurança eletrônica e guerra cibernética possui mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia e gestão, tendo atuado no projeto de segurança da informação dos principais bancos nacionais, tais como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, BMG entre outros. Participou da equipe de segurança junto ao TSE na primeira eleição eletrônica do país.


Experiência na elaboração de arquitetura de segurança de grande DataCenters no Brasil, Estados Unidos e França.

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Sergio Abib de Castro, Advogado
Sergio Abib de Castro
Comentário · há 9 anos
Prezado articulista: parabéns pela abordagem. A discussão desses assuntos é atual e importante.
Contudo, a Lei em gestação, como acontece no Brasil, traz demagogias e firulas que enovelam ao invés de solucionar.

A modificação do INCISO VI do ART. 7º na proposta de alteração da Lei Maria da Penha, peca ao falar em "informações e dados". Ora, despejamos todos, homens e mulheres, informações e dados sobre nossa vida, diuturnamente em redes sociais, na internet, em dispositivos eletrônicos os mais variados. Como pretender sigilo ou controle? O autor do artigo, com sua vasta experiência na área, sabe melhor que ninguém o que o personagem de Robert Redford falou no filme "Quebra de Sigilo": - não há segredos!

Se virar Lei, o que é certo, mantidas as expressões que mencionei, antevejo inúmeras confusões, interpretações vingativas, sentenças reformadas, etc. etc. Que se proteja a imagem das pessoas, suas performances íntimas, é válido, especialmente de mulheres, desculpem as feministas. Mas DADOS? Nossos dados estão na nuvem, nos bits e nos cadastros corporativos. Daí à boca do povo é uma questão de alguém se interessar por você, positiva ou negativamente. Além, do que, proteger os dados pessoais somente das mulheres em ambiente doméstico é dupla demagogia e burrice. Os dados não estão "home", na casa da potencial vítima. Eles podem ser colhidas na China, no Tibete, até na estratosfera. Parece que se está tratando de abrir um armário e copiar escritos num papel. Se o acusado demonstrar que não "colheu os dados e informações"no ambiente doméstico", cabe até HC.

Mais uma lei que sobrecarregará o judiciário e engordará as contas de colegas causídicos.
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